Apenas um olhar sobre Parada de Gonta. Uma visão da realidade de ontem, de hoje, de sempre. A Aldeia que foi musa do Poeta, dos Poetas, Tomás Ribeiro, Branca de Gonta Colaço, Rodrigo de Melo...e berço de muitos artistas!
Sábado, 18 de Novembro de 2006
...
NASCEMOS AQUI.jpg

Tal como começámos, em Novembro de 2004, ENTRE, a porta continua aberta…
Nós estaremos por aí…
Porque AQUI NASCEMOS, aqui vivemos e…

G ABRAÇ para TODOS!...até...um dia!


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Sexta-feira, 17 de Novembro de 2006
E, por fim, TONDELA!

Não podíamos terminar esta sequencia sobre «Parada de Gonta pelo País, Pelo Mundo», sem trazer aqui a cidade de Tondela, sede de Concelho, muito querida para o Poeta Tomás Ribeiro, de cuja Câmara foi digníssimo Presidente.




Tondela tem, como não podia deixar de ser, várias referências visíveis a Tomás Ribeiro e, também, a sua filha Branca de Gonta Colaço:

- O Colégio Tomás Ribeiro que antecedeu as Escolas EB2,3 e Secundária de Tondela, onde actualmente se encontra instalada a Escola Profissional;

- O edifício da Biblioteca Municipal com o seu nome;

- A rua principal, com o seu nome, que atravessa o centro da cidade.



Incluímos, aqui, um texto sobre a biografia de Tomás Ribeiro, que nos foi enviado por um Amigo (segundavida) através de um comentário a um «post» que colocámos. Aproveitamos para lhe agradecer publicamente as visitas que nos faz e o contributo magnífico.

«Tomás António Ribeiro Ferreira nasceu em Parada de Gonta, na Beira Alta. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, exerceu advocacia durante algum tempo, cedo enveredando pela carreira política, que desenvolveu a par da sua carreira literária. Foi Deputado, Par do Reino, Ministro de Estado, Ministro da Marinha e das Obras Públicas, Governador dos Distritos de Braga e do Porto depois de, em 1860, ter sido nomeado Presidente da Câmara Municipal de Tondela . Foi Presidente da Classe de Letras da Real Academia das Ciências de Lisboa. Exerceu o cargo de secretário-geral do governo da Índia. A sua estada naquela colónia inspirou-o para escrever a peça dramática A Indiana e vários poemas coligidos no volume Vésperas, poemas que reflectem um certo gosto pelo exotismo, ainda ao jeito romântico. Dessa estada no Oriente resultaram também dois volumes de narrativas de viagem, intitulados Jornadas.

Tomás Ribeiro viria a ser projectado para a ribalta literária depois de publicado o poema de grande folego D. Jaime (1862), prefaciado elogiosamente por Castilho (que considerava o jovem autor superior a Luís de Camões), uma das peças polémicas que deram origem à famosa “Questão Coimbrã” . Amigo de Camilo Castelo Branco, que visitou em S. Miguel de Ceide, prefaciou alguns dos livros do romancista, dedicou-lhe Dissonâncias e auxiliou-o na doença, recebendo o autor de Amor de Perdição na sua quinta de Carnaxide. Naquela localidade foi um dos maiores incentivadores do culto de Nossa Senhora da Rocha, tendo estimulado a construção do santuário e de várias outras obras de benefício para a população. Produziu ensaios históricos, como a História da Legilação Liberal Portuguesa e Empréstimo de D. Miguel. Em teatro publicou ainda A Delfina do Mal, representado no teatro de D. Maria. Contam-se entre os seus livros de poesia Sons que Passam (que inclui o poema “A Judia”, muito celebrado nos salões sociais da época), e Dissonâncias. Centro de Documentação de Autores Portugueses. Com este currículo, tem que ser recordado em muitas avenidas e ruas de Portugal.»

 



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Terça-feira, 31 de Outubro de 2006
LEMBRANDO...


                  



...OS QUE JÁ PARTIRAM !



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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2006
(...6) Em SINES e...


«…A Praça Tomás Ribeiro, ponto de cruzamento das duas ruas, pode considerar-se o centro da Cidade. Era aí que se situavam as principais igrejas (como a primitiva igreja matriz), o pelourinho (hipótese) e a câmara municipal. Foi o local do primeiro mercado. Algumas casas envolventes mantêm a traça pombalina


Muitas localidades adoptaram o nome do Poeta Tomás Ribeiro numa das muitas ruas que possuem. Naturalmente sinal da sua importância para essa localidade e para o País.
Para além do que já colocámos nos "posts" anteriores, e após uma ligeira pesquisa que efectuámos, obtivemos um conjunto de ruas espalhadas por diversas regiões de Portugal, traduzindo a gratidão das suas gentes para com o Poeta, o Político e o Homem que foi Tomás Ribeiro. Algumas delas têm também o nome de sua filha Branca de Gonta Colaço . É o caso de Tondela e Lisboa, das que conseguimos descobrir.

Praça, Conselheiro Tomás Ribeiro,  Sintra

Rua, Tomás RibeiroTorre de Moncorvo

Rua, Tomás Ribeiro Matosinhos

Avenida, Tomás RibeiroLinda-a-Pastora - Queijas

Avenida, Tomás Ribeiro, Linda-a-Velha

Rua, Poeta Tomás RibeiroTondela

R.Tomas Ribeiro, Condeixa-a-Nova

Rua, Tomás Ribeiro, Praias do Sado – Setúbal

R.Tomás Ribeiro, Loulé

Rua, Tomás RibeiroLisboa

Rua, Branca de Gonta Colaço, Campo Grande

Rua, D.Branca de Gonta Colaço Tondela

 


Pensamos que muitos outros sinais de Parada de Gonta se encontram por todo o País, nomeadamente no que concerne à azulejaria de Jorge Colaço. É esta também, uma temática interessante que um dia aqui divulgaremos, pois o artista pincelou muitas localidades com a sua mestria e as suas cores!


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Sábado, 14 de Outubro de 2006
(...5) Em Carnaxide!
CARNAXIDE!
Ali, em OEIRAS - cheirinho a Lisboa, olhando o Tejo com sabor a mar!

O nome de Tomás Ribeiro (e assim de Parada de Gonta) também está ligado ao Concelho de Oeiras pois passou períodos da sua vida na Feitoria, junto da Torre de S. Julião da Barra, e em Carnaxide.Aqui veraneou vários anos e adquiriu, em 1882, a «Casa Branca» de que tanto gostava. Na «Casa Branca» recebeu El-Rei D. Luís e importantes figuras do mundo intelectual e politico daquela época. Relacionada com a Sr.ª da Rocha, Linda-a-Pastora e Linda-a-Velha, deixou-nos o poeta, no campo literário o «Mensageiro de Fez», poema cuja complicada acção se inspira na nossa História e se desenvolve em torno da «Senhora Aparecida» numa gruta do Jamor. Esta obra foi editada um ano antes da morte de Tomás Ribeiro mas a primeira parte, «A Rocha», tinha sido publicada anteriormente.

Escreve Tomás Ribeiro acerca da sua obra:
«A Rocha é a nota principal deste poema, vive entre os meus grandes amores. Esta devoção que se esconde aqui no fundo desta concha florida e esmaltada, na sua ermida singela e cariciosa, com a sua fonte cristalina, a sua gruta misteriosa, o seu rio murmúrio e transparente, o seu jardim que ajudei a cultivar, onde tanta vez passeei, longe do bulício das multidões, conversando com o jardineiro e as flores, sondando os segredos daquele monte guardado pela imagem da Virgem Mãe, longe de olhos que me não espreitassem rindo, levo eu no coração.

Esta devoção é por demais conhecida. Até já me chamaram… por divertimento – o Tomás da Aparecida. (…)

A ROCHA (poema que integra o “Mensageiro de Fez”) ofereci-a em separado à Senhora que ajudei a transportar da casa onde se hospedara – a Sé de Lisboa, para a sua ermida de Carnaxide.
Vontade tive de consagrar aquele opúsculo às – Filhas de Maria – à tão simpática associação das Senhoras de Lisboa, que têm já consagrado muitas devotas peregrinações à Senhora da Rocha; porém o poema de que o excerto faz parte, poema cujas cenas se passam nos tempos d’Aviz, está já oferecido e consagrado à nossa excelsa Rainha, a Senhora D. Amélia d’Orleans, a quem pelo muito que Portugal lhe deve – e eu mais que ninguém – pertencem de juro e herdade as máximas homenagens.
Há outro nome que não devo deixar esquecido: o do Senhor D. Luís I. A ele em grande parte foi devida a restituição da veneranda imagem, por isso a Irmandade manda celebrar missa por sua alma no dia 19 de Outubro de cada ano, aniversário da sua morte».


Agora entremos no templo da Senhora (Santuário de N.ª Senhora da Conceição da Rocha)

santuario s.da rocha.jpg

Como este sítio é bom e esta paisagem bela

como é bonita a ermida

tão nova e tão singela

em honra dela erguida!

A casa de Maria – a nossa mãe divina!

………………………………………..

Junto à ermida a fonte ampla, abundosa,

límpida, cristalina;

em torno, o seu jardim tela divina,

cheia de tanta sombra e tanta rosa!

 

Dir-se-ia que ao nascer e ao pôr do sol,

nesta amena solidão deliciosa

em cada brando arbusto e em cada flor

descanta um rouxinol

canções à Virgem Mãe na sombra deleitosa.

 

Abraçando o jardim corre o Jamor,

o rumoroso rio,

colar de per’las finas, e brilhantes,

coro às aves, no brando murmúrio.

De montante uma ponte ampla e formosa

seus braços descansando em dura penha,

a solidão contempla e ouve os segredos

das aves e do rio. Do outro lado…

vê-se e ouve-se… - Ó Deus! Sítio encantado!

a faiscante cascata duma azenha

entre uma densa moita de arvoredos.

 

Paraíso terrestre

de perenal idílio!

Arva dultia – digníssimos do mestre!

– da avena dos pastores de Virgílio! –


- Bibliografia:
Antologia Poética – Organização, prefácio e notas de José Valle Figueiredo – Edição da CMTondela, Maio 2001



publicado por paradadegonta às 23:51
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Domingo, 24 de Setembro de 2006
(...4) Em Coimbra!
Recuperamos novamente a temática «Parada de Gonta, pelo País, pelo Mundo» , nos posts já colocados (...1), (...2) e (...3), para trazermos aqui a ligação à cidade de Coimbra.

              Coimbra.1.JPG Coimbra.2.JPG Coimbra.3.JPG Coimbra.4.JPG

Tomás Ribeiro fez ali o seu curso de Direito. Naturalmente que as saudades, no final do curso, inspiraram-lhe um belíssimo poema que poderemos apreciar no «Penedo da Saudade».
Plena em época lectiva e atraente pela sua longa história académica,Coimbra continua a inspirar poetas e outros sonhadores e a motivar desgarradas do típico «fado de Coimbra», nos sons apaixonantes da guitarra Portuguesa.

          Coimbra.geral.1.JPG

O Poeta fez ali os seus estudos, passou por lá parte da sua juventude e, como hoje, as saudades ficam «…na hora da despedida».
Tomás Ribeiro sentiu-as também!

«Não vê a Terra allumiada
Dos astros do firmamento,
Quem leva a mente abrasada
Nas chamas dum pensamento.

Dormia inteira a cidade,
Ao Penedo da Saudade
Levou-me o destino meu;
Tudo era melancholia,
Vall!!!-perfumes!-harmonia!
Aves, flores, prado e Céu.

Olhei esse Éden para mim perdido,
Jardim florido de saudade e amor!...
Era a shaida do paiz do encanto!!
Não tive pranto, que afogasse a dor!!

Em cada roble que povoa o monte,
Na flor, na fonte, ao luar, no Céu,
Reli as folhas de truncada história,
Triste memória do que já foi meu.

 Adeus ó templo de perennes prantos,
 Que tens por cantos lacrimosos ais,
 Vim tantas vezes suspirar contigo!...
 Ai valle amigo!-para nunca mais!»

            Poema.Tomaz Ribeiro.Grl.JPG

Penedo.Saudade. ThomazRibeiro.jpg

 



publicado por paradadegonta às 10:54
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Sábado, 16 de Setembro de 2006
Parada de Gonta,Terra de Emigrantes!

 Será mesmo a Aldeia do Concelho de Tondela com maior número de Emigrantes entre os seus filhos!



Embora sem dados rigorosos (não se conhecem estudos neste domínio para esta zona geográfica) fazendo fé nas considerações que se ouvem, nos artigos de opinião na comunicação social e em diversos documentos que se podem consultar, para além do que localmente indicia todo este fenómeno: casas de habitação encerradas ao longo do ano; meses de Verão com aumento significativo da população e estradas decoradas com matriculas estrangeiras em belos carros,

carros.5.JPG carros.6.JPG

grupos de jovens comunicando em idiomas naturais dos seus Países de crescimento e, em muitos casos, de nascimento, enfim um conjunto de factos que provam a inequívoca e já longa adesão dos Paradenses a Terras e domínios de paragens bem distantes deste «Jardim da Europa à Beira-mar Plantado».

 carros.1.JPG carro.4.JPGcarros.2.JPG carros.3.JPG 

Mas, mesmo longe, os Emigrantes Paradenses nunca esquecem a sua Terra!

De tempos em tempos aqui estão a matar saudades, a alimentar a esperança de um dia voltarem definitivamente, usufruindo então das mais valias que, ao longo da vida, por cá vão investindo. Mesmo na distância, constroem fortes laços de amizade! Juntando esforços e saudades, vão desenvolvendo projectos e alimentando a vontade de ajudar a construir a sua Terra Natal.

Muitas das infra-estruturas que nasceram em Parada de Gonta, têm o seu carimbo precioso, patente em ajudas financeiras e materiais. Constituídos em Comissão de Angariação de Fundos ou através de contribuintes individuais, aos Emigrantes de Parada de Gonta deve a Aldeia muito do que hoje possui.

Para além da quantidade e da beleza das habitações que aqui continuam a construir (não é fácil verificar este fenómeno noutras localidades), numa demonstração plena do grande amor pela Terra que nunca esquecem, os Paradenses emigrados muito têm contribuído para o bem público desta «Aldeia Formosa».

Parada de Gonta é hoje, ainda, um caso raro na angariação de fundos para as suas Festas Populares de Santa Ana: uns meses antes da sua realização (1.º fim de semana de Agosto), é efectuada uma recolha de verbas sobretudo entre os residentes e emigrantes, permitindo que as entradas no recinto das festas sejam, ainda hoje, totalmente gratuitas para todos os que visitam a Freguesia nesses dias festivos. Aqui, os Emigrantes em Países Americanos e Europeus, têm dado um forte e significativo contributo, já que dali chegam sempre muitos dólares, muitos euros.

Já nos anos 80, uma Comissão constituída nos EUA ofereceu ao Grupo CR Amigos de P.Gonta , uma máquina de projecção de filmes de 16mm (apenas os Organismos do Estado FAOJ, INATEL, entre outros, possuíam idêntico equipamento), muito usada na época na passagem de filmes para toda a população. Hoje tal equipamento apenas fará parte do inventário patrimonial daquela colectividade. Também o actual Estádio Tomás Ribeiro deve muito aos Emigrantes Paradenses!   Estadio Tomas Ribeiro.3.JPG Estadio Tomas Ribeiro.4.JPGEstadio Tomas Ribeiro.1.JPG

Foram eles (Comissão de Angariação de Fundos nos EUA) que injectaram a verba necessária à aquisição dos terrenos que se destinavam àquela infra-estrutura desportiva. Aqui teremos que relevar, igualmente, o contributo individual de um Paradense Emigrado na Austrália, Sr. Vítor Amaral, cujo donativo pessoal, pelo elevado montante, mereceu uma placa de rua com o seu nome, num compromisso assumido na época pela Junta de Freguesia.
ADRC.Sede.jpg


A Comissão Fabriqueira também não foi esquecida pelos Emigrantes nos EUA. Numa demonstração de Fé plena e devoção à Santa Ana – Padroeira de Parada de Gonta, os conterrâneos quiseram associar-se à nova imagem do culto e canalizaram um grande apoio financeiro para a então reconstrução da
Igreja e da Casa Paroquial.

Mais recentemente a renovada Comissão Angariação Fundos EUA , institucionalizou uma Festa Anual a realizar no mês de Março, cujos lucros se destinam a Parada de Gonta. Nos últimos anos angariou várias dezenas de milhares de euros efectuando a sua distribuição pelo Movimento Associativo da Freguesia de Parada de Gonta, com especial destaque para a Associação de Solidariedade Social Desportiva Recreativa e Cultural colaborando para a aquisição do Solar Tomás Ribeiro.

Em Março de 2007 a referida Comissão tem já agendada uma nova Festa nos EUA, visando novo contributo para Parada de Gonta! Pelo exemplo, não podemos deixar de louvar o esforço, o empenho, a luta, a dedicação e o carinho, expressos na vontade permanente e no gosto supremo de contribuir para o enriquecimento patrimonial da Aldeia de todos nós – PARADA DE GONTA!

A todos os Paradenses que constituem esta Comissão nos Estados Unidos da América e, através deles a todos os que se encontram longe desta Aldeia do Poeta, PARADA DE GONTA APRECIA E AGRADECE, NATURALMENTE, O AMOR QUE LHE TÊM DEMONSTRADO!

DAQUI, da Terra de Tomás Ribeiro, UM FORTE ABRAÇO para ti, PARADENSE, onde quer que estejas!



VEJA AS FOTOS - clique aqui



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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2006
(…3) Em Reguengos de Monsaraz!


Prosseguindo com a divulgação (...1), de locais (...2), que têm referências a Parada de Gonta, mostramos uma rua em Reguengos de Monsaraz onde estivemos recentemente, tendo recolhido algumas imagens que partilhamos.

Rua Tomaz Ribeiro. Reguengos de Monsaraz.JPG



Por conhecimento próprio e informações que nos chegam, outras Localidades possuem, igualmente, algumas referências:
Linda-a-velha, Carnaxide, Coimbra, Torre de Moncorvo, Matosinhos, Sines, Condeixa-a-Nova, Loulé, Lisboa, entre outras.

Continuamos a aceitar informações das nossas visitas…Agradecendo!





publicado por paradadegonta às 19:51
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